| Foto: Kleiton Costa |
A juíza Patrícia Didier Pereira (foto), titular da Vara da Mulher, avalia que o andamento dos processos está sendo agilizado. Antes da instalação da vara em Feira de Santana, os processos relacionados à Lei Maria da Penha eram julgados
em varas criminais do Fórum Filinto Bastos. Atualmente, a maioria das medidas judiciais saem em até 48 horas.“A demanda tem crescido significativamente, mas estamosconseguindo dar respostas à sociedade, principalmente atravésde medidas protetivas. As mulheres tem conquistado o direito deficar no lar delas, com os agressores distanciados”, afirmou ajuíza.
Apesar dos avanços, a Vara da Mulher ainda não possui uma equipe multidisciplinar. A Lei Maria da Penha, que estabeleceu a necessidade da Vara, também prevê a contratação de psicólogos e assistentes sociais para atendimento às mulheres vítimas de violência. “O Tribunal de Justiça ainda trabalha com um limite prudencial para a realização de concursos públicos, explicou a magistrada”.
Por enquanto, a juíza Patrícia Didier tem encaminhado as mulheres para o Centro de Referência Maria Quitéria, no bairro Capuchinhos, e para os Centros de Referência em Assistência Social do município. Outra carência é uma Casa Abrigo para as mulheres ameaçadas de morte pelos companheiros.
FONTE: Blog de olho na cidade.
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