Devidamente fardado, o soldado Mota, da Polícia Militar, se dirigiu a uma agência do banco Santander em Feira de Santana/Ba para efetuar o pagamento de um boleto, mas foi impedido de entrar pelo segurança que travou a porta.
O gerente da agência foi chamado e também não permitiu a entrada do policial. Ele informou que o policial deveria apresentar a identificação para provar que ele é policial e que sem ela, não poderia entrar.
“Eu falei com ele que não ia me identificar porque eu estava fardado e estava com a viatura na porta, chamei um colega que tentou entrar, mas foi barrado também e então chamei o oficial coordenador. Imediatamente quando ele chegou, o gerente permitiu a entrada de cinco policiais de vez.”, relatou.
Questionado por Mota, porque os cinco policiais puderam entrar sem a identificação, o gerente respondeu que cinco podiam, mas apenas um não poderia.
Após o constrangimento o policial preencheu um Boletim de Ocorrência e constituiu um advogado para tomar, segundo ele, as medidas cabíveis. “Eu fui inclusive alvo de chacota para as pessoas que estava no banco.
Eu sei que existe a questão da segurança, mas eu estava fardado e com a viatura padronizada na porta com o giroflex ligado, a possibilidade de que eu fosse um marginal fardado é zero”, concluiu.
FONTE: Acorda cidade

De fato, é complicado, principalmente quando não há uma certeza em se tratar de um policial. Mas onde está a presunção da inocência. De fato constitui dsicriminação. E para qe isso não ocorra, será necessário profissionais de bancos, preparados para tal. Será que há uma norma para tal procedimento? já entrei no Banco em questão, e fardado, e sequer me questionaram. É questão mesmo de profisionalismo. Portanto, justiça, só a ela cabe tal julgamento, e que seja favorável ao colega.
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